CHEGA DE EXPERIMENTOS COM ANIMAIS: CHIP COBAIA


Inovação tecnológica traz a possibilidade de extinguir o uso de animais como cobaias em estudos científicos.

Ao longo do século passado, os defensores dos animais protestaram contra o uso crescente de animais na investigação biomédica e, mais tarde, em drogas, químicos e testes de cosméticos. Um 2008 de estudo estimado de 115 milhões de animais são utilizados por ano como cobaias para a investigação científica.

Mas ultimamente o movimento para acabar com os ensaios em animais tem atraído alguns companheiros mais surpreendentes. Pesquisadores científicos, reguladores como o FDA, e até mesmo os militares estão percebendo o paradigma atual de usar animais como cobaias para os seres humanos é algo ultrapassado. 

Para evitar que milhões de animais invulneráveis seja utilizado em pesquisas científicas em uma tentativa de prever as respostas humanas, porque não inventar algum mecanismo capaz de imitar com precisão a fisiologia humana. Cientistas estão trabalhando para desenvolver tecnologias que possam eliminar ou reduzir drasticamente o uso de animais em favor de alternativas mais precisas e eficientes. 

A ideia inovadora se baseia em criar microchips que recapitulam a microarquitetura e funções dos órgãos vivos, como o pulmão, coração e intestino. Estes microchips, chamados órgãos-on-chips, poderia um dia formar uma alternativa precisa para substituir os animais cobaias. Cada chip órgão-on-individual é composta por um polímero flexível clara sobre o tamanho de um cartão de memória de computador que contém canais microfluídicos ocas revestidas por células humanas vivas. Porque os microdispositivos são translúcidas, eles fornecem uma janela para o funcionamento interno de órgãos humanos.

A equipe do Instituto Wyss procura construir dez diferentes órgãos-on-chips humanos e vinculá-los juntos em um instrumento automatizado para imitar a fisiologia de todo o organismo. O instrumento irá controlar o fluxo de fluido e a viabilidade celular, enquanto permitindo a observação em tempo real dos tecidos cultivados e análise de funções bioquímicas complexas. Este instrumentado "human-on-a-chip" serão utilizados para avaliar rapidamente as respostas às novas drogas candidatos, fornecendo informações importantes sobre a sua segurança e eficácia.

Aplicações: 
  • Fornecer uma alternativa exata para os testes em animais tradicionais, que muitas vezes não conseguem prever respostas humanas;
  • Testar os efeitos de novos candidatos a fármacos para a segurança e eficácia em tecidos humanos;
  • Teste a segurança dos cosméticos;
  • Testar a toxicidade de substâncias químicas;
  • Cientistas ajudar a elucidar como os tecidos de responder aos novos candidatos a fármacos;
  • Certifique-se de uma melhor tomada de decisão regulatória;
  • Desenvolver vacinas e medicamentos para combater as ameaças de bioterrorismo.

Via: dicasemsaude.blogspot.com.br

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